segunda-feira, 11 de abril de 2011

Teste - Epiphone LesPaul Custom.

Quando você pensa em uma guitarra modelo LesPaul o que lhe vem a cabeça? Sei que é uma pergunta dificil de ser respondida pois cada leitor terá um pensamento diferente. Em minha mente, as primeiras imagens que aparecem são as dos ícones que empunharam essa lendária guitarra. Nomes como Jimmy Page, Slash, Zakk Wilde, Ace Frehley, Joe Perry entre outros tantos nomes.

Nunca tive uma LesPaul, mas sempre bate aquela curiosidade para saber como seria tocar em um "LP". Nas caroçadas, já tinha experimentado algumas vezes esse modelo, porém nunca havia tido um contato mais prolongado com tal instrumento.
Porém, certa vez, estava eu conversando com um camarada de meu trampo e o cara me disse estar vendendo ou trocando sua LesPaul modelo Epiphone Custom white, e como havia uma amigo interessado em trocar sua Ibanez em uma guita sem floyd, entrei em contato com o cara. Os dois conversaram e combinaram que eu levaria a LP para que meu camarada desse uma avaliada, porém era uma sexta-feira eu só voltaria a vê-lo para entregar a guitarra na segunda. Que delícia!!! Um fim de semana para desfrutar de verdade de uma LP. Perguntei se havia algum problema se eu tocasse com ela em minha banda, e para minha grande alegria o cara disse que não haveria problema. Então, Let's rock!!!
A guitarra em questão era uma Epiphone Les Paul custom 2002 de cor branca fabricada pela Unsung Coreia com corpo e braço em corpo e braço de mogno. Ela tem o top abaulado e o corpo bastante arredondado, bem ao estilo Gibson. A escavação por onde passa a fiação dos captadores e da chave seletora é bem grande, e acho que por esse motivo a guitarra não é excessivamente pesada.

O braço é muito bem construído, e bastante confortável, seu 1°traste tem uma espessura de aproximadamente 21mm, e quando chega ao 9° traste a espessura é de 26mm, isso faz com que o seja um braço bem gordo, remetento ao estilo anos 50 da Gibson (alguns dizem que o som é melhor). O acesso aos últimos trastes foi bem comlicado para mim que estou acostumado com Strato, mais nada que um tempinho de treino e adaptação não resolvam. As Marcaçoes de bloco são feitas ao estilo madeperola brilhante.

Os captadores são feitos em alnico: ponte Epiphone hot 14k, braço Epiphone 57 8k. Nesse quesito senti falta dos agudos "estralados" de minha strato, e nas notas mais graves com distorção senti o timbre meio embolado, com som limpo, ela oferece um som gordo e agradável. O Hardware é todo dourado, desde tarraxas até a ponte cordal. Os potênciometros são de 500k tipo grande, bem próximos aos de uma Gibson. O compartimento eltrico da Epiphone Unsung é bem protegido com uma tinta preta semi condutiva para fazer uma especie de blindagem.
Para os que gostam do modelo, é uma excelente relação custo-benefício.

sábado, 9 de abril de 2011

Série - Os melhores álbuns lançados em 1967 - Are You Experienced - The Jimi Hendrix Experience

Agosto de 1967

Sejamos hinestos, muitos álbuns essenciais de 1967 soam datados. Mas não é o caso de Are You Experiences. Nada de cítaras ou melodias pop grudentas. Apenas canções matadoras, sem tapa-buracos. Gravado na Inglaterra em vários estúdios (Pye, Regent, Kengway, Olympic, entre outros), é impressionante a rapidez com que Are You Experienced ficou pronto. Hendrix chegou a Londres em 24 de Setembro de 1966. Ele tocou com Mitch Mitchell e Noel Redding pela primeira vez no dia 5 de outubro. Após alguns shows (a maioria na França), a banda entrou no Kingway Studios e gravou Hey Joe, em 23 de outubro. Ou seja, em menos de um mês, Hendrix e o Experience haviam iniciado o processo criativo do que seria a expressão mais poderosa da guitarra elétrica. E ele nem havia escrito Purple Haze ainda.

Gravado em quatro canais, com delay de fita, compressão, equaalização e efeitos de pan, Are You experienced traz a clássica configuração de Hendrix: Fender Stratocaster (com escala rosewwod) plugada em amplificadores Marshall. Num show nos arredores de Londres, em um clube chamado Chiselhurst Caves,um jovem obsecado por eletrônica chamado Roger Mayer deu a Hendrix um dispositivo esquisito quie duplicava a frequência e produzia um timbre uma oitava mais alto do que a nota tocada. Mais tarde, esse pedal se tornaria o octavia. É possível escutálo em todo disco, mais notadamente wem Fire e Purple haze (escute também as partes por trás do solo - é uma demência total de guitarra!). "Jimi também usou um pesal Arbiter Fuzz Face modificado", diz Mayer, "assim como outras distorções e overdrives que fiz para as sessões".

Embora Are you Experienced tenha asombrado os ouvintes por causa da depravação sonora de canções como I Don't live today, Love or Confusion e Manic Depression, são as músicas mais delicadas que revelam o verdadeiro talento de Hendrix. The Wind Cries Mary (que segundo o produtor Chas Chandler, foi gravada em 20 minutos) é um exemplo de como Hendrix pegou os acompanhamentos de nomes como Curtis Mayfield e os remodelou para que eles se encaixassem em suas próprias canções. Um das faixas que se destaca do resto é May This Be Love, canção que Hendrix preenche com timbres brilhantes de Strato e um solo que talvez seja uma de suas expressões melódicas mais líricas e concisas. O que torna este álbum eterno e ainda mais incrível, no entanto, é o fato de Hendrix ser um produto de seu tempo, pois ele lapidou seu talento no circuito de pequenos clubes dos EUA, acompanhando vocalistas e tocando blues, e R&B. E então, aparentemente do nada, surge um álbum de estréia com canções clássicas, timbres sobrenaturais e um estilo de guitarra sólido, que ainda soa novo, 44 anos depois.



quinta-feira, 7 de abril de 2011

Série - Os melhores albúns lançados em 1967 - Little games - The Yardbirds

Julho de 1967

Embora seja, de longe, seu menor sucesso comercial, Little Games é um álbum fascinante que sinaliza o fim do Yardbirds e o começo do que se tornaria o Led Zeppelin. Gravado no estúdio De Lane Lea, em Londres, ao longo três meses, Little Games traz Jimmy Page como único guitarrista. Como já é de se esperar, Page nunca descepciona. Em Tinker, Tailor, Soldier, Sailor, Page usa o truque do arco de violino/wah Vox que o serviria tão bem pelos dez anos seguintes no Zeppelin. O slide estridente de Drinking Muddy Water detona com uma combinação de fuzz e Tele.



Os timbres de Page são alguns dos melhores que já gravou. Equipado com uma Fender Telecaster 1959 (um presente do ex-Yardbird Jeff Beck), uma Vox Phanton XII elétrica de 12 cordas e Vox AC30, Page tinha como armas secretas um pedal de Fuzz Sola Sound Tone Bender MKII e o já citado wah Vox.





Produzido por Mickey Most, Little Games também tem a faixa acústicaWhite Summer, uma canção que mostrava a fascinação de Page pelo Oriente Médio, além de suas habilidades acústicas inspiradas por Bert Jansch.



quarta-feira, 6 de abril de 2011

Série - Os melhores albúns lançados em 1967 - Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band - The Beatles

"Seria um disco criado em estúdio e haveria canções que não poderiam ser tocadas ao vivo". Assim falou George Martin sobre a obra-prima dos Beatles, Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band. Cansados da gaiola que a fama havia construído ao redor deles, os membros da maior banda do mundo estavam determinados a se distanciar do formato com duas guitarras, baixo e bateria - que havia funcionado tão bem para eles - e explorar orquestração mais elaboradas, novos sons de teclados e instrumentos orientais exóticos. Os Beatles também estavam interessados em usar o estúdio como instrumento em si.



Há momentos clássicos de seis-cordas no álbum. A introdução de guitarra em Getting Better é Beatles ao extremo. A Day in the life tem John Lennon tocando seu Gibson J-106E. Ele toca esse violão - com George Harrison empunhando o mesmo modelo - em Lovely Rita. Paul McCartney gravou alguns solos - Being for the Benefit of Mr. Kite! e Good Morning, Good Morning - com uma Fender Esquire (um modelo para destros encordoada como para canhotos) plugada em um Selmer Zodiac Twin 50 Mark II. Estão presentes ainda suas Epiphone Casino, a Gibson SG de Harrison e uma variedade de amplificadores Vox (como os modelos Defiant, de 100 watts, e conConqueror, de 70 watts), mas é impossível dizer exatamente em que momentos foram usados. Andy Baiuk, autor do livro Beatles Gear, explica:"Eles nem sabem o que tocaram em várias dessas faixas. estavam tão determinados em não fazer o que haviam feito antes que as escolhas dos instrumentos foram aleatórias".

Em 1967, não era novidade que os Beatles sabiam compor partes legais de guitarra. O que surpreendeu foi a presença maior de instrumentos indianos como cítara, tambura e dilbura nas partes de Harrison. Os fãs dos Beatles conheciam esses sons de gravações anteriores, como Nowegian Wood e Love You To, mas o "beatle silencioso" se deixou levar na verdade na faixa Within You Without You, de Sgt. Pepper's. A canção traz vários músicos convidados, mas o próprio Harrison toca linhas de tambura e cítara, além de violão.

Os Beatles ainda conseguiram deixar sua marca na onda psicodélica com a incrível Lucy in the Sky with Diamonds, de Lennon. As partes da guitarra nessa canção levada por teclados acrescentam profundidade e energia, com Harrison ecoando hipnoticamente os vocais por intermédio de linhas melódicas com fuzz.
Sgt. Pepper's é um dos álbuns mais importantes de todos os tempos. Este disco mudou para sempre a forma como o mundo tocava, escutava e gravava música.




terça-feira, 5 de abril de 2011

Teste - Condor CPR Pro II

Em meados de 2010, fui até a Timbres Instrumentos Musicais, acompanhar o Cabeça e o "Gui", um guitarrista bem jovem e muito promissor, que estava no gás pra comprar sua primeira "guitarra de verdade".
Quando se é jovem, o que mais atrai não é a qualidade, ou o custo-benefício, mais sim o aspecto visual e também como eu costumo chamar, a famosa "modinha".
Na ocasião, o "piá" não tinha muita grana para investir e partimos em busca de algo mais acessível. Sugerimos desde Tagimas strato, até Condors que estavam em um preço agradável, mais Stratos definitivamente não estavam nos planos do muleque, o carinha estava disposto a adiquirir algo, na sua visão, "diferente". Testamos duas guitarras, uma Tagima PR 100 - que por sinal, foi a guitarra que o Guilherme escolheu - e uma guitarra que com certeza se eu tivesse um cash a mais no dia teria levado para casa.


A guitarra em questão era uma Condor CPR Pro II, uma "delícia" de instrumento.

Já se foi a época em que guitarras de braço colado eram mais caras do que instrumentos de braço parafusado. A colagem do braço requer cálculos precisos e um trabalho minucioso. Além da ultilização de madeiras nobres, essa técnica de construção tem sido, por décadas, o referencial das empresas como Gibson e PRS, que encabeçam o hieranquia do mercado.

O sistema CNC agilizou a produção em massa e simplificou a tecnologia de manufatura dos instrumentos. Hoje em dia, é possível encontrar guitarras com braço colado a preços populares, construídas com madeiras alternativas de qualidade. Esse é o caso da Condor CPR Pro II, que possui vibe de instrumento de grife.

A CPR é confeccionada em mogno com tampo figurado de maple. O tampo frontal é arqueado e apresenta frisos nas extremidades. O desenho do corpo é assimétrico, com cutaway duplo. A guitarra apresenta espessura de 45mm na parte central. Os shapes traseiros do instrumento propiciam conforto. O tampo frontal de maple possui espessura fina, e o efeito visual dos veios rebuscados do maple é chamativo.
O braço colado de mogno apreseta um contorno em "C" com pegada de fácil assimilação e execelente tocabilidade. O acesso às casas agudas é execelente.
A escala de rosewwod indiano agrega 22 trastes jumbo bem polidos e nivelados de forma correta. Os marcadores são no formato de trapézio e a medida da escala é de 24,8". O friso lateral do braço foi colocado com perfeição, e o ajuste de fabrica esav bem executado.


Os controle da guitarra consistem em dois botões de volume e um potenciômetro de tonalidade. A chave seletora dos captadores é de três posições e o jack de saída está posicionado na lateral inferior do corpo.
Os dois captadores são hambuckers cerâmicos de ganho moderado com capas douradas. As tarraxas são blindadas e estão na disposição 3x3. A ponte é do tipo Tune-o-matic e o cordal de fixação do encordoamento é do tipo stop tail.

A ação das cordas estava baixa. A regulagem de entonação estava correta e as tarraxas mantiveram e estabilidade da afinação.
O timbre limpo da guitarra é doce e recheado de médios. O captador da ponte ataca com médio-agudos pulsantes. A posição intermediária da chave de seleção produz sons diversos (os dois botões de volume aumentam a gama de timbres) para bases e solos.
O cap. do braço possui um espectro tonal quente e bluseiro - o tempero certo para despejar fraseados desleixados de blues e rock. Bastou adicionar um pouco de reverb, um leve chorus e u delay em tempo curto para obter um som de fusion moderno.
As soniridades clares dessa guitarra são vigorosas. Para obter um timbre cristalino e pontiagudo, uma chave para defasar os humbuckers seria interessante.

No território das distorções, a CPR ofereceu umapersonalidade forte para incrementar estilos de pop e metal e hard rock. Ajustando o pedal de distorção próximo a um Fuzz, é possível é possível invadir a praia do hardcore e punk.

O captador do braço oferece um grave encorpado que embolou nos fraseados rápidos. Com delay, ele soou abafado nos bordões. O captador da ponte é agressívo e possui um ataque rápido. Em bases velozes, soa percussivo. Em solos enérgicos, é um captador com doses generosas de médios.
Em termos de sustentação, o captador do braço surpreende pelo seu poder ressonante. Já o captador da ponte não decepciona, possui boa sustentação e os harmônicos são manipuláveis. A microfonia incomodou um pouco em volumes altos.
Conclusão
A CPR Pro II é uma guitarra que encanta pelo visual. O trabalho de construção é muito bom. Os timbres percorrem vários estilos: pop, metal, fusion, e blues. As ferragens são conceituadas e os captadores apresentam um rendimento satisfatório. O conjunto da obra é harmonioso. Indicada para guitarristas que procuram um instrumento com jeitão de profissional, mas de preço acessível.


Video Felipe Rinke - Excente guitarrista!



segunda-feira, 4 de abril de 2011

Serie - Os melhores albúns lançados em 1967 - The Rolling Stone - The Velvet Underground

Fala galera!!!
Primeiramente, quero agradecer todos aqueles que estão acompanhando nosso blog. Sempre que acesso a página, me surpreendo com a quantidade de visitas que o ATG está alcançando. E isso só aumenta a vontade de trazer mais e mais matérias legais para nossos companheiros das seis-cordas.
Segundamente, rsrs, como nesse fim de semana fiquei impossibilitado de postar algo novo, iremos falar não de um, mais de dois dos melhores álbuns lançados em 1967.

Ainda estamos em fevereiro de 1967, e falaremos de uma das mais importantes e influentes bandas da década em questão.



Antes de tentar superar todos o psicodélicos com Their Satanic Mejesties Request, os Stones lançaram Between the Buttons, um álbum que mostra Keith Richards e os outros Stones remodelando suas antigas influências de R&B. Gravado em Los Angeles, no RCA Studios, e em Londres , no Pye Studios, Between the Buttons traz alguns dos timbres mais pungentes de Keith.




Miss Amanda Jones revela a influência de Chuck Berry em Richards. Em Please Go Home, Richards não apenas imita o groove como também reproduz o timbre de Bo Diddley, com um trêmulo modulado e pulsante. Com sua mistura de blues turbinado e pop (a versão americana do disco traz Let's Spend the Night Together e Ruby Tuesday), Between the Buttons é um álbum essencial.

Março de 1967.

O Velvet Underground - com o guitarrista-solo/vocalista Lou Reed e o guitarrista rítmico Sterling Morrison - compunha canções sobre temas radicais demais para as rádios, como sadomasoquismo, uso de drogas pesadas e excessos em geral. Esse eram assuntos que assustavam as gravadoras na época, mas graças em grande parte ao apoio moral, financeiro e artístico de Andy Warhol e seu Exploding Plastic Inevitable, The Velvet Underground and Nico chegou ao vinil.



Importância sociológica à parte, o peso musical desse disco reside no fato que Reed e companhia também estavam ampliando fronteiras sonoras, combinando a simplicidade do rock de garagem com domínio de ninâmica, timbres dissonantes, ritmos quebrados e afinações incomuns (ouça a afinação e D de All Tommorrow's Parties). As canções variam das melódicas Sunday Morning e I'II Be Your Mirror ao assalto auditivo frenético e as vezes brutal de Heroin e European Son. Morrison alternou entre
um Gibson SG do começo dos anos 60 e uma Gretsch Tennessean na maioria das 11 faixas, mas mudou para uma Vox Phantom VI em Femme Fatale e Run Run Run. Reed tocou com uma Gretsch Country Gentleman com delay e efeito de trêmolo. Ambos usaram amplificadores Vox Super Beatle. Tente achar uma banda indie, punk, pós-punk, plan ou noise que não tenha sido influenciada por esse disco.



sexta-feira, 1 de abril de 2011

Série - Os melhores albúns lançados em 1967 - John Mayall's Bluesbreakers

Fevereiro de 1967

Não foi fácil para Peter Green substituir Clapton nos Bluesbrakers de John Mayall no final dos anos 60. Além do público de Mayall ter diminuído com a saída de Slowhand (apelido de Clapton), as pessoas que apareciam nos shows zombavam do novo guitarrista. Imagine a responsábilidade de tal substituição.
Mas Green transformou céticos em crentes com A Hard Road.



Ele mostra uma influência óbvia de Clapton, mas dá para perceber que ele está ganhando personalidade própria. Supernatural, cheia de reverb, é a faixa em que a guitarra mais se destaca no álbum, pois mostra a inventilidade melódica de Green, assim como sua incomparável abordagem vocal na seis-cordas. Sua versão para The Strumble, de Freddie King, prova que Green era um cara que encarava o blues como poucos. Com engenharia de som de Gus Dudgeon, A Hard Road é também um disco com grande som.





Os timbres de Green são uma porrada na cara, com punch britânico e médios ofensivos. Especula-se que Green plugou sua Gibson num combo Marshall JTM 2x12 com valvulas KT66, conhecido com amplificador "Bluesbreaker" que Clapton usou durante seu períodocom Mayall. Não importa o equipamento que Green tenha usado. A Hard Road continua sendo um dos ápicesdo blues britânico.