Por volta de 6 anos atrás, fui até a feira Hippie em Campinas, afim de gastar com alguma coisa interessante a pequena "fortuna" que eu recebia quando prestava meus serviços ao Sr. Ronald McDonald. Para quem já foi la, sabe que é um lugar paradisiáco para quem procura aquelas "velharias ensebadas" que estavam no porão de alguma casa só juntando poeira.
Quando eu estava quase indo embora, já desanimado por não ter achado nada que valesse a pena gastar alguns trocados, vi de longe ums banca rodeada por cabeludos, na hora pensei: "Ali sim deve ter alguma coisa de atitude". Quando cheguei na banca fiquei de boca aberta com a quantidade de discos que vinil que ali estavam. Tinha de tudo, desde Roberto Carlos até Black Sabbath, gastei quase uma hora, mas fiz questão de olhar "bolacha por bolacha", tinha muita coisa boa. Finalmente escolhi minha relíqueas, DECEMBER'S CHILDREM (AND EVERBODY'S) (The Rolling Stones), BLACK SABBATH (Black Sabbath) e o que viria a se tornar meu favorito APPETITE FOR DESTRUCTION (Guns N' Roses). E é esse disco que gostaria de comentar hoje. Welcome to the jungle my friends!!!
A década de 1980 foi caracterizada pelos excessos e movida por uma tendência consumista exacerbada (palavra bunita neh, rsrs). E o reflexo disso foi uma música cheia de firulas - do pop enchancado de arranjos com maquiagem sintetizada até o heavy metal e hard rock, que assumiu um lado radiofônico comercial, repleto de refrãos pegajosos, fórmulas com cara de propaganda de cigarro e solos exagerados de um virtuosismo estéril e clichês mal copiados, que viraram caricaturas da genialidade de Eddie Van Halen.
A música pesada iria retomar seu fôlego na década seguinte, nas mãs do despojado niilista do grunge, representado por bandas como Alice in Chains e Nirvana, e também pela fúria dos grupos de thrash metal, como Metallica e Slayer. O hard rock, por sua vez renasceu graças ao Guns N' Roses, banda oriunda da cena dos clubes de Los Angeles. O grupo resgatou a crueza e a força do estilo que se consagrou nos anos 1970 por meio de bandas como Aerosmith e Led Zeppelin.
Appetite for Destruction, lançado em 1987, foi um dos grandes albuns de estreia da história do rock, pois conquistou sucesso comercial e respeito de crítica especializada e público, que sentiam a cena renovada graças ao som do Guns. O disco trazia a formação clássica da banda: Slash e Izzy Stradlin nas guitarras, Axl Rose no vocal, Steve Adler na bateria e Duff McKagan no baixo.
Slash ocuparia a posição de grande herói da guitarra da década seguinte, devido a sua postura largada e sem frescura. O som e a força de seus solos e riffs vinham direto de seus dedos, que atacavam uma Les Paul plugada em uma Marshall, sem ultilização de efeitos, mostrando que a boa e velha pentatônicae algumas frases diatônicas, aliadas a muito veneno, interpretação e verdade musical, eram mais efetivas do que solos estéreis na velocidade da luz. Alguns dos momentos mais brilhantes do guitarrista estão em petardos como Paradise City, Welcome to the
Jungle e Nightrain.
Foi Slash também o ícone que alavancou a popularidade e venda de instrumentos tradicionais, que estavam em desuso pela grande maioria dos guitarristas, os quais preferiam o conceito de "Super Strat", em voga nos anos 1980, definida pela configuração de um humbucker, alavanca Floyd Rose e cores berrantes. A ironia é que a Les Paul original de Slash era uma cópia feita por um luthier norte-americano, comprada pelo empresário da banda para substituir uma B.C Rich Mockinbird, quebrada pouco antes da primeira turnê do grupo.
A postura e as música do Guns N' Roses definiram o interesse de uma geração pela guitarra. Lembre-se deu que as composições, mais do que performances, são sempre o grande legado de um artista. E muitas vezes elas surgem de maneiras inusitadas, como demonstra a história da inesquecível introdução de Sweet Child O' Mine. A parte, originalmente era um exercício criado por Slash para treinar palhetada e acabou se tornando a chave do sucesso e um dos maiores riffs de todos os tempos.
"Poxa, hoje eu estou cansado, hoje não estou afim, hoje vou fazer uma coisa diferente". Este sou eu na maioria das vezes que olho para minha guitarra pendura no suporte de parede, só esperando a minha boa vontade para empunha-la e estudar. Não que eu não goste ou não precise estudar, mais parece que existe uma força contraria que te empurra para longe da guitarra quando vc realmente tem tempo para se dedicar, e quando eu não tenho esse tempo, ai sim sinto vontade de tocar... Estranho isso... Mais de uns tempos para cá, principalmente depois da ideai de criar esse blog, tenho escutado mais, assistido mais, leio ainda mais e a vontade de ter o instrumento perto de mim tem aumentado. Mais depois da matéria que lí hoje, creio que essa vontade vai aumentar ainda mais... Aqueles que realmente gostam e conhecem um pouco de rock instrumental, com certeza já ouviram falar em JASON BECKER. E hoje gostaria de compartilhar um pouco da historia de vida (ou devo dizer exemplo?) desse virtuose da guitarra. Hoje tive a oportunidade de conhecer uma das mais belas gravações de guitarra que já ouvi. Ele está na intrudução de River of Longing de Jason Becker. A peça é uma das novas faixas do recente lançamento de Becker "COLLECTION", mais seu belo prólogo em E maior foi uma das ultimas performances do virtuose. Naquele momento, Becker já tinha dificuldade em segurar uma guitarra, imagina tocar. "Eu já estava ficando mais lento naquela época" diz Becker, que, cinco anos antes, aos 16, já despontava como guitarrista prodígio, impressionando a cena dos fritadores com CACOPHONY, ao lado de Marty Friedman. Apenas um ano antes daquela gravação, os incríveis fraseados estilo Clapton-encontra-Paganini já haviam lhe garantido o posto de guitarrista- solo do astro David Lee Roth. "Minha mãos tremiam enquanto eu gravava aquela introdução", continua Becker. "Elas não paravam de se soltar da guitarra". Os problemas de saúde de Becker começaram de repente, quando passou uma noite inteira sem dormir por conta de uma cãibra na perna. "Fiquei meses alongando e correndo, mas minha perna continuava fraca", diz Becker. Privado de se tornar o mais novo, brilhante e rápido guitarista desde Steve Vai e Randy Rhoads (da uma olhada no youtube pra ver os videos antigos dele e entenderá), Becker começou a sofrer atrofias musculares em algumas partes do corpo e não demorou muito para que fosse diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma enfermidade neurodegenerativa muitas vezes fatal, mais conhecida como doença de Lou Gehrig. O guitarrista foi informado de que sua carreira estava acabada e que teria entre três e cinco anos de vida. Isso foi a 20 anos. "Para sobreviver tanto tempo com essa doença, voce deve ter realmente uma missão de vida", diz Gary Beckel, pai de Jason. "Voce tem de pensar que há algo ainda a fazer, a Jason sempre tem". Apesar de Becker só conseguir mover seus olhos, ele continua tão ativo quanto qualquer musico. Ele conta com outros guitarristas para mostrar sua obra. Da mesma maneira que se comunica com as pessoas mais proximas (ultilizando um engenhoso sistema de soletração de palavras, por meio dos movimentos dos olhos, desenvolvido junto com seu pai), Jason exprimi sua musica através de produtores como Dan Alvarez e Mike Bemesderfer e guitarristas como Joe Satriani, Steve Vai, Greg Howe, Dave Lopez, Steve Hunther, Marty Friedman Michael Lee Firkins, todos presentes no novo album de Becker. "Estou em duas faixas do disco, e elas foram gravadas em um intervalo de 15 anos", diz Firkins. A primeira das participações é a épica End of the Beggining , um desafiador conserto de guitarra com 11 minutos de duração. "A faixa está carregada de emoção, pois Jason ainda conseguia falar quando ela foi gravada, mais já não podia tocar, e nenhum de nós sabiamos o quanto ele aguentaria", conta Firkins. "Mas Jason tem mais vontade de viver do que a maioria das pessoas. Agora, 15 anos depois, ele está surpreendendo a todos, apesarde levar mais tempo para formular suas idéias, ainda sabe exatamente o que quer de uma performance de guitarra, e ele sempre alcança seu objetivo. A melhor coisa de se trabalhar com Becker, é que ele não da moleza. Se existe algo que ele não gosta, ele logo fala. A musica continua sendo 100% de Jason". Quando ele não podia comparecer as sessões e acompanhar os guitarristas convidados em COLLECTIONS, suas músicas chegavam ao estudio prontas, o que ajudou muito a dar forma as performances. " "Foi um momento incrível ouvir pela primeira vez as músicas de Jason saindo dos alto-falantes", afirma Satriani, que tambem toca em ELETRIC PLAYER OF PEACE . "Jason tinha me enviado arquivos em Pro Tools, mas eu não fazia idéia do tipo de música que havia ali. O que ele tinha composto era maravilhoso e cheio de emoção. Ele não me deu nenhuma instrução especifica, só me pediu para ser eu mesmo ao conduzir composição para onde eu acha-se melhor. Foi uma grande alegria fazer parte dessa canção. Apenas pluguei a guitarra e deixei a musica me levar". "Tudo começa comigo trabalhando junto com meu pai, para compor, o que levar um bom tempo", diz Becker. Dou a ele algumas notas e então as colocamos em uma matriz para podermos editar cada parte e cada nota-e trocá-las de lugar. Depois nós sobrepomos os canais até eu ter a musica completamente escrita. Em seguida Dan e Mike aparecem para editar, fazer os ajustes e deixar tudo perfeito e profissional. E eles registram os musicas junto comigo. Fazer música assim da muito trabalho, mas é uma ótima maneira de substituir a execução na guitarra, pois sinto a mesma sensação de quando tocava". "Jason é o produtor/compositor", acrescenta Bemesderfer. "Eu e Dan somos apenas as mãos". "É bem tranquilo fazer as edições com Jason, pois ele sabe exatamente como plataformas Pro Tolls e Logic funcionam e como as utilizar para lapdar as partes, reais ou sequenciadas, até que elas fiquem perfeitas." "Quando você ouve desde o material gravado por Jason em seu auge até as coisas mais recentes, percebe que não há descontinuidade". Isso nos deixa uma forte mensagem: As pessoas realmente podem fazer coisas incriveis quando querem".
Admito que sou leigo no assunto e tive que fazer uma pequena pesquisa para entender a união da música pesada com a temática gospel. O metal cristão, ou qualquer outro estilo musical cristão, prega a palavra da escritura Sagrada, a Bíblia. As letras contam com passagens e frases totalmente inspiradas no livro.
Em todas as religiões, a música é usada em seus rituais, e na fé cristã não é diferente. Geralmente o acompanhamento das vozes nos corais é feito com um órgão de tubos, instrumento utilizado com maestria pelo compositor luterano alemão, Johann Sebastian Bach (1685-1750), um dos maiores músicos da história, que escreveu muitos temas inspirados na Bíblia como, por exemplo, a “Paixão de Cristo Segundo Mateus”. A música de Bach é muito apreciada pelos músicos de heavy metal e influenciou muitos guitarristas e tecladistas do gênero.
Nas igrejas do Bronx, bairro em Nova York, também é utilizado um órgão elétrico acompanhado por bateria, baixo, guitarra e sopros, com corais muito animados, que fazem dos cultos uma verdadeira experiência. Esta música de temática gospel também influenciou muito o blues e o rock.
Com o passar do tempo, a igreja cristã foi se transformando e adotou outras formas musicais de expressar sua fé. Hoje, vários estilos musicais fazem parte da rotina das comunidades cristãs, fora e dentro do Brasil.
A primeira banda de heavy metal cristão, que levou o estilo ao mais alto nível, foi o Stryper. A banda californiana se inspirou na Bíblia para dar nome ao grupo, compor o visual e as suas letras. O estilo musical adotado pelo banda foi o que rolava na época, final da década de 80, o auge da era “poser metal” ou “glam metal”.
Bandas como Mötley Crew, Poison e Cinderella estavam começando o seus reinados nas arenas norte-americanas. Guitarras distorcidas, solos de guitarra e muita maquiagem. A inspiração do Stryper (que vem do termo stripe, que significa faixa, listras, tiras) veio de um verso da Bíbla, Isaías 53:5, que declara: “Através de suas faixas seremos curados”. A marca da banda são faixas preta e amarelas que causam um efeito visual único. O disco de maior sucesso foi “To hell with the devil” (”Ao inferno com o diabo”), de 1986. Uma parte da letra dizia:
Speak of the devil / He’s no friend of mine / To turn from him is what we have in mind / Just a liar and a thief / The word tells us so / We like to let him know / Where he can go / To hell with the devil / (Mensagem do diabo / Ele não é meu amigo / Desviar de seu caminho é o que temos em mente / Ele é simplismente um mentiroso e um ladrão / A “palavra” nos fala / Nós gostaríamos de avisá-lo / Aonde ele poderia ir / Ao inferno com o diabo).
Outro grupo norte-americano que toca um metal mais alternativo, mesclando vocais agressivos com vocais melódicos é o P.O.D. (a sigla significa “payable on death”, que português lieral quer dizer “pagável na morte”). É um termo técnico muito usado em bancos nos EUA quando uma pessoa morre e alguém herda seus bens. É necessário que uma pessoa morra para outra herdar seus bens. Isso é uma referência da banda a Jesus Cristo, que segundo o cristianismo, morreu por nós, pagando e perdoando nossos pecados, dando-nos a chance de sermos salvos. A banda já vendeu milhões de cópias, desde sua formação na metade da década de 90, com letras como: “Psalm 150″ e “Abortion is Murder”:
Abortion is murder / There’s nothing you can say or do / To justify the fact / That there’s a living breathing baby inside of you (Aborto é assassinato / Não há nada que você possa falar ou fazer / Para justificar o fato / De que existe um ser vivo respirando dentro de você).
Outro conceito interessante sobre as bandas cristãs vem do músico Tim Lambsis, do grupo norte-americano As I lay dying (Enquanto estou deitado e morrendo), ele diz: “Não tenho certeza qual é a diferença entre cinco cristãos tocando numa banda e uma banda cristã. Se você realmente acredita em algo, então isto afetará todas as áreas da sua vida. Todos nós da banda somos cristãos. Eu acredito que a mudança começa comigo primeiro, e a consequência é que as nossas letras não soam como sermões. Muitas de nossas músicas são sobre a vida, erros, relacionamentos e outros assuntos que não se encaixam necessariamente em uma categoria espiritual. Entretanto, todos estes tópicos são escritos de um ponto de vista cristão”. Um ponto de vista interessante, onde se pode expressar com um pouco mais de liberdade, sem perder a fé nas crenças.
No Brasil, o maior exemplo de banda critã é o Oficina G3. Um grupo de músicos super talentosos, que tocam uma música pesada e bem elaborada. Os vocais também se intercalam entre mais agressivos e melódicos e os solos de guitarra de JuninhoAfram são de primeiro nível. Veja a letra da música “A Ele”:
Se eu pudesse explicar ao mundo / O que é andar contigo, Oh Deus! / Minhas palavras não poderiam expressar / O Teu poder / O Teu imutável amor / Falar de Quem foi, que é e sempre será Deus!
No heavy metal mais extremo, a banda mais expressiva vem da Austrália: o Mortification. O som é brutal e super agressivo, mas inimigos do mal. Veja a letra de “Blood Sacrifice”:
Christ he was inflicted / He took the sin of man / Bleeding on a woodencross / God’s eternal plan (Cristo foi infligido / Ele tirou os pecados do homem / Sangrando em uma cruz de madeira / Plano eterno de Deus)
Bom, creio que deu pra entender um pouco e conhecer algumas bandas do white metal. Para mim, foi um aprendizado e acho que todos os músicos, independentemente do estilo e da mensagem, tocam porque amam a música e se beneficiam da liberdade que ela representa.
Conheci vários países, de culturas, ideias e religiões distintas, sempre aprendendo alguma coisa nova e, com isso, respeitando e tolerando diferentes maneiras de se ver a vida e o mundo
Como pode ser??? Acho que essa será a pergunta de todos que ouvirem esse "Bixinho" gritar... Quem olha pra ele pela primeira vez, uma caixinha prateada do tamanho de uma lancheira (daí o nome "Essa é pra vc Dri, rsrs" LunchBox , Lancheira em Inglês", imagina tratar-se de um AMP de brinquedo com um "sonzinho". Errado. É um AMP de nívem profissional, com um "sonzão"! São inacreditaveis 200 Watts reais, obtidos por meio de um circuito totalmente Solid State. Seu sólido gabinete de MDF possui um desing sóbrio com um perfeito acabamento de LACA prata brilhante. Um "falantinho" de 6,5 de diâmetro dá conta do trampo. De fato o ZT está destinado a ser um cléssico da modernidade.
Infelizmente ainda não testei, mais segundo nosso "amigo" Jaques Molina da Guitar Player, esse Brinquedinho pode deixar Amps com 10 vezes o tamanho dele comendo poeira. Seu timbre é orgânico e rico, com graves excepcionalmente firmes e surpreendentes para seu porte. Seus agudos são sempre muito musicais e facilmente atenuáveis pelo controle de tonalidade, esse o único recurso de equalização. Essa aparente limitação deve ter em mente a utilização com pedaleiras que necessitam o melhor som FLAT possível, com um timbre de guitarra encorpado e puro. O botão de ganho tem uma atuação bem linear e decisiva em sua personalidade - não é do tipo "pronto para o metal", pois o drive do Amp é tão orgânico e racional que depende como nenhum outro da potêcia de saida dos Pickups da guitarra pra gerar distorção. Se ele for utilizado sozinho, sem pedal algum, pode até ser que você consiga sons para os estilos de rock mais pesados, desde de que use pickups agressivos. Seu volume é suficiente para ensaios com banda - acredite se quiser! Ele fala alto, mas muuito alto, sempre com caracteristicas de timbres dos valvulados! Ele possui uma chave que liga e desliga o falante, que em situações pode ser util para captar dois timbres distintos.
Se liga só nessa foto ao lado... Ninguem menos que ZZ Top usando os "bixinhos no ensaio".
Só por curiosidade, liguei em Sampa na loja "REFERENCE"pra perguntar o preço, e até nisso ele é uma boa opção. Por R$1199,00 você adquire um amp show de bola...
No mundo de hoje, aquelas pessoas que se destacam em algo que se dispõem a fazer acabam ficando cheios de sí, e a soberba que já é caracteristica do ser humano se aflora ainda mais...
Infelizmente o mundo está cheio de pessoas que não sabem separar as coisas. Mais felizmente existem pessoas diferentes nesse sentido...
Mas quando se fala em um ícone, é difícil imaginar que a pessoa consiga manter acima de tudo, a humildade.
em 1980 foi publicada uma matéria na GuitarPlayer Americana sobre um dos maiores "se não o maior" influente guitarrista que já vimos ou ouvimos tocar.
Eddie Van Halenfala sobre seu papel na mais influente banda americana do final dos anos 70 e início dos 80.
O que vc pensa quando escuta outros guitarristas usando seus licks?
Dizem que a imitação é a maior forma de elogio, mas não gosto quando alguém pega o que fiz e em vez de inovar, entra em minha viagem. Sei que ninguém tinha feito algumas das coisas que faço - como as frases com harmônicos, o som brilhante e o solo da ERUPTION. Aprendi com CLAPTON, PAGE, HENDRIX E BECK, mais criei meu proprio estilo.
VOCÊ GANHA DINHEIRO EM TURNÊS?
Não ganhamos nem perdemos, porque investimos todo nosso dinheiro em som e luz. A única coisa que vende nossa musica, são nossos shows. O simples pensamento de estar tocando para uma máquina [no estúdio] me faz perder o FEELING. Então falei "Não posso tocar ao vivo?" Quando gravamos, aplicamos nossos shows ao vivo no vinil.
O ESTRELATO É O QUE VOCÊ IMAGINOU QUE SERIA? Não me considero um Rock Star. Diverto-me tocando guitarra. Ponto final. Em uma aula de Inglês , tive de fazer uma redação sobre os meus planos futuros e eu disse que queria ser um guitarrista de Rock profissional, não um Rock Star.
QUAIS SÃO AS DESVANTAGENS DA VIDA NO ROCK?
Sua vida privada já era, Mais sua vida sexual aumenta. E você tem de dar entrevistas. Odeio dar entrevistas.
POR QUÊ?
Elas sempre acabam comigo. Se digo o que sinto, eles distorcem e me fazem parecer egocêntrico que pensa ser Deus.
COMO ANALISA SUA CARREIRA COM A BANDA?
Olhamos a banda como um trabalho para a vida toda. Não estamos em cena pra ganhar dinheiro rápido. Não ligo para dinheiro. Posso sobreviver com o que for necessário. Nós colocamos tudo o que somos na música. Veja os grandes. ELVIS, THEWHO, STONES. Eles não truques, são personalidades. Foi apavorante quando essas bandas tiveram de fazer uma viagem GLITTER. Nós fizemos uma aposta. Devemos ir para essa direção ou apostar em nós mesmos? Se sua personalidade não agradar, você já era. Até agora temos andado pelo caminho da personalidade e tem dado certo. É assim que uma banda dura - sendo verdadeira.
O QUE VOCÊ SE VÊ FAZENDO DAQUI 30 ANOS?
A mesma coisa que estamos fazendo agora. Talvez alguém da banda fique egocêntrico e saia da banda ou coisa parecida, mas eu adoraria que o Van Halen existisse para sempre.
É galera, não é só estudar os licks, técnicas ou a musicalidade do cara... Mais tirar exemplos de vida que alguns músicos tem para passar. Até a próxima.
O novo "GOOD BLOOD HEADBANGERS" promete... E com isso achei em uma Guitar Player de 2007, uma entrevista com o "melhor guitarrista de metal do mundo" , Blondie Hammet (Fausto Fanti), que desde aquele ano já estavam trabalhando no disco... Quem já ouviu o disco viu que o resultado valeu a pena. Vamos a entrevista.
Em termos de composição, quais os maiores clichês do metal? O termo "clichê" não era conhecido antes da minha estreia como real player guitarrist virtuose. As alavancadas grosseiras e arregaçadoras, a velocidade e contundência nas palhetadas precisas, agressivas e violentas, a digitação - nada disso era conhecido como clichê até os outros guitarristas me ouvirem e começarem a me copiar.
Quais as caracteristicas de um guitarrista de metal? Um genuíno real metal player deve ser versátil, ousado, ácido, agressivo, corrosivo, virtuoso, charmoso, cheio de manha, nervoso, revoltado e principalmente legal. Tudo isso em relação à técnica. No palco a postura deve ser muito transada e sensual.
Todo grande guitarrista desenvolve uma técnica peculiar. Qual é a sua? Minha técnica é baseada nos ensinamentos de meu grande mentor, mestre e professor: eu mesmo. Em minha videoaula, ensino a técnica da palheta poderosa, que consiste em pegar um palheta de 20kg pelo cabo, levanta-la a altura dos ombros e chacoalhá-la até que seu antebraço pegue fogo. É bem simples e funcional.
Para um guitarrista que se diz acima de tudo e todos, você tem alguma influência? Para nós, não existe símbolo, crença, banda ou pessoa maior que o Massacration. Portanto, somos influencia em pessoa. Nós influenciamos e somos influenciáveis.
Qual a particularidade do som de vocês? Como arrebentamos bilhões de fiéis seguidores com nossas músicas, temos de ter cuidado especial em relação a afinação. Todas as nossas músicas estão rigorosamente afinadas em Zé bemol.
Comente o trabalho de guitarra do novo disco. É um trabalho primoroso. Riffs arrebatadores expelidos de forma agressiva e nervosa. Palhetas rápidas, violentas e desesperadas.
Setup do cara: "Lembrando que quem gravou as guitarras no estúdio foi conceituado guitarrista Roy Z, que já trabalhou com nomes como: Bruce Dickinson e Judas Priest".
Simulador de Amp. Line6 Amp Farm. Marshall Plexi 1968 de 50 Watts Marshall Super Lead 1969 de 100 Watts JCM 800 Guitarras Washburn e ESP que ele pegou emprestado de Derrick Green do SEPULTURA(pode acreditar).
Bom dia galera... Estava eu vasculhando umas revistas de guita e achei uma matéria muito legal a respeito de HOMESTUDIO com dicas de grandes guitarrista como: JoeMoghrabi, MárcioOkayama, PeterFranpton, Steve Miller, Johnny A. e KillHannah.
Vou tentar dar uma leve resumida e pegar os topicos que julgamos serem mais importantes... Vamos Lah!!!
Foi-se o tempo em que o musico (ou estudante) gastava mundos e fundos para conseguir gravas suas criações. O mercado mudou. Aliados a nós estão computadores o softwares capazes de realizar etapas da produção fonográfica. Ao contrario do que muitos podem achar, gravação caseira não quer dizer gravação de má qualidade... Grandes guitarristas tem produção caseira que é seu suporte de criação, divulgação e sobrevivência... Então vamos ao que interessa... Certifique-se de que no cômodo escolhido para abrigar seu estúdio não estejam equipamentos barulhentos (como a geladeira da sua vó, aquela que tem a msm cor do meu chevette... rsrsr) Esse tipo de interferência com promete a gravação. Evite também ambientes azulejados, pois causa REVERB natural. Crie, experimente tudo sem medo de errar e lembre-se... Sua gravação não vai te deixar rico, apenas ira te ajudar a estudar e divulgar seu trampo... Computador: Pentium III 2.0 com 512 MB de RAM (para alguns é considerado um carroça) já grava legal. Evite usar essa maquina para acesso a internet, pois vc corre o risco de contamina-la com vírus. Instale apenas o que interessa (somente programas de áudio). Placa de som: Não grave usando placas On-board... (O som fica um lixo e eu sou prova disso) Prefira placas OFFBOARD... Das mais acessíveis, a SoundBlasterlive a partir da versão 5.1 é a melhor. Placa Mãe: Dê preferência para uma ASUS... São as melhores Softwares: Sonar ProducerEdition 3.0 (Gravação, edição e mixagem), SoundSoundForge 4.5 (Edição, mixagem e masterização) NERO (para gravar). Plug-ins: Waves (possui chorus, delay, reverb, compressor, e eliminador de ruidos, todos esses muito bons) GuitarRig ( tem todos os efeitos, além de simulador de amplificador e microfonação) , Amplitube (Principalmente para distorção em linha).
Microfone: ShureSM-57 (Melhor custo beneficio).
Mesa de som: Alguns preferem utilizar apenas software, por ocupar menos espaço e ter os mesmos recursos. Com isso o Sonar ProducerEdition tem o console View, que é a mesa de som.
Amplificadores: Os de pouca potência ( apartir de 15 Watts) são os mais indicados. Para gravação não é aconselhávelamp's de grande porte, pois necessitam de muito volume para atingirem uma qualidade de som de satisfatoria.
Efeitos: Invista mais no PC (Memoria, processador, software, etc...). Se a ideia for usar pedaleiras, as mais indicadas são os modelos da BOSS.
Gravação: O bom senso é essencial para qualquer gravação caseira. Antes de sentar em frente ao micro e gravar a parte da guitarra, tenha em mente o que vc vai executar, o tempo de execução, enfim, vc deve estar seguro e preparado sobre o que vai tocar, pois assim não perderá tempo. O mais indicado é grava a guitarra sem nenhum tipo de efeito... Para esse Joe indica:
Sonar ProducerEdition: Entre um série de recursos, esse programa possui varias pistas, nas quais vc pode gravar separadamente todos os instrumentos. Alem desse ainda existem o Pro ToolsLE e CubaseSX 1.02. Band-In-A-Box: Boa opção para bases prontas, mais o interessante é que vc não se restrinja a utilizar somente bases prontas, pois seu material pode ficar carregado demais...
E o resto meu brother, vendo da sua criatividade e talento...Investimento básico para inicio: R$3.000,00 (comprar um pc "se vc ainda não tiver" fone de ouvido e investir em softwares.