terça-feira, 29 de abril de 2014
Entrevista Rodrigo Ribeiro
WorkShop JUNINHO AFRAN
Fala galera das seis cordas!!!
É com grande prazer que venho divulgar esse grande evento produzido pelo meu brother Jonatas Bernardes. A abertura estará a cargo do guitarrista Mauricio Alabama. Haverá sorteios de brindes muito bacanas, como por exemplo, pedais Fire Custom. O evento acontecerá na cidade de Indaiatuba-SP. Aos interessados, podem entrar em contato conosco via comentários que passaremos mais detalhes.
Vamos prestigiar e apoiar o evento com cobertura do ATG! Vlw!!!
domingo, 27 de abril de 2014
Ricky Furlani!
Formado pelo MUSICIANS INSTITUTE (Los Angeles/EUA), dono de uma pegada visceral, timbres únicos e arranjos peculiares, Ricky nos faz viajar por sonoridades distintas, mesclando nuances modernas com vintages. É professor de guitarra e ministra suas concorridas aulas em Campinas, colunista de revistas especializadas e autor de vários métodos de Rock e Blues.
"TALKING" foi meu primeiro contato com a música de Ricky, na época comprei uma pedaleira em uma loja e ganhei de brinde o cd "NIG EVOLUTION" com músicas de vários gigantes das seis cordas como Juninho Afram, Kiko Loureiro, Sydnei Carvalho... Mas aquele timbre de "talking" me chamou a atenção e fez com que eu procurasse outras matérias de Ricky e também foi uma das primeiras músicas instrumentais que tentei tirar, pois haviam disponíveis no cd backing track's das faixas sem guitarra.
Como eu citei no principio do post, essa pequena entrevista é a realização de um sonho de um cara que além de grande fã do trabalho desse guitarrista, também foi influenciado pela sua arte.
Obrigado pela oportunidade Ricky, e vamos lá!
ATG - Ricky, quando começou sua relação com a música e a guitarra?
Ricky - Foi com instrumentos musicais de brinquedo, e aos 08 anos ganhei uma citara destas de feira de artesanatos e a guitarra logo em seguida com a explosão do rock no Brasil no começo dos anos 80.
ATG - Como foi estudar no Musicians Instuitute (Los Angeles)? O que te fez tomar a decisão de estudar fora do pais?
Ricky - Experiência única, conhecer gente do mundo todo, tocar com grandes músicos e professores. A motivação veio por ter a oportunidade de ir, e sede de acesso à informação, que era escassa.
ATG - Ao ouvir seus trabalhos instrumentais e com a SuperOverdrive a "veia bluseira" de seu som é evidente. Quais são suas influencias, e quais os passos trilhou em seus estudos para chegar a um nível tão alto musicalmente?
Ricky - Tenho muitas influências, desde o começo de tudo no começo dos anos 80. A gente é tudo que escuta e gosta. Quanto mais estilos e músicos diferentes escutar mais diversificado e cheio de informação seu som vai ter. Me dedico muito para ser cada dia melhor que o outro.
ATG - Quem curte seu trabalho está acostumado a vê-lo, na maioria das vezes, empunhando uma LP. O que mais lhe chama atenção nesse modelo?
Ricky - A Les Paul tem um som que só ela tem. Ouvi muito guitarristas que tocam de Les Paul, como Gary Moore, Peter Frampton, Jimi Page, Warren Haynes, a Les Paul faz parte da minha vida. Aprendi a tocar guitarra desde menino usando uma Les Paul velha e surrada na casa do meu amigo
e antigo professor Hélio Valverde. Muitos anos depois em 1999 ele me vendeu ela. E é ela que está comigo até hoje. Guitarra muito especial na minha vida.
ATG - Qual o seu setup atualmente e como surgiu a ideia da parceria com a Petinatti Custom Guitars?
Ricky - Uso os pedais NIG, cordas NIG Ricky Furlani, e Amplificadores Gato Preto. Tenho muitos equipamentos, e nem sempre eles são os mesmos para estúdio e ao vivo. Ao vivo você precisa ter praticidade, e tudo depende de onde e o que está tocando, no estúdio você tem tudo ao seu dispor. Conheço o Igor a muitos anos, e ele sempre foi meu luthier preferido! Quando surgiu a idéia de uma STRATO me animei, pois STRATOCASTER também tem um som único. E a uso cada vez mais, dependendo da GIG é ela que eu levo!
ATG - Você é um músico muito ativo, com aulas e vários trabalhos em paralelo, como faz para conciliar uma agenda tão extensa?
Ricky - Não sou muito organizado. Me adapto à minha agenda, e faço o melhor possível.
ATG - O trabalho Fuzz Up apresenta um lado totalmente diferente de sua musicalidade, deixando evidente seu domínio com vários estilos e pegada distintas. Como surgiu a ideia desse trabalho?
Ricky - Fuzz Up tem Sandro Feliciano(P-Funk, Airton Moreira) na bateria e Philip Bynoe (Steve Vai) no baixo. Esse disco representa minhas composições atuais. Outros baixistas que participaram foram Andrés Zuniga, Gustavo Boni, Lineu Andrade e Bruno Buzzo.
Para informações sobre compra visitem www.rickyfurlani.com
ATG - Qual o conselho pode deixar para a galera que está começando na música e que lhe vê como exemplo a ser seguido?
Ricky - Leia livros e escutem música! Saia do comum, mude de canal, mude a conversa, conheça pessoas novas e diferentes, e desligue a TV pra variar. Tenha um objetivo, uma meta, um sonho! E corra atrás!
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Marc Snow!
Minha mãe tinha um antigo violão Digiorgio em casa, que el a arranhava às vezes. Até meus 11 anos eu era o tipo do cara que não fazia nada, não curtia esporte, música nada...
Aí, um belo dia eu vejo um anúncio na tv de um baterista espancando a bateria em cima de um tanque de guerra dando tiros e um cara cantando que parecia um demônio... Era a chamada para o show do Kiss no Brasil em 1983.
Eu passava o dia inteiro na frente da tv esperando passar o anuncio de novo. Não fui no show pela pouca idade. Mas vi o show na televisão. Naquela época não havia evento desse porte no Brasil... e eu sabia que ali estava tudo o que eu queria fazer da minha vida.
Com isso, comecei a comprar todos os discos que havia do KISS e comecei a tentar reproduzir tudo no violão, sozinho, de ouvido, pois não tinha quem ensinasse e nem veículos para isso como tem hoje pra criançada: internet, youtube, guitar pro...
Assim como o Kiss e com o gosto pelo Hard Rock (estilo o qual curto até hoje), surgiram outros guitarristas que ouvi bastante como Warren De Martini (Ratt), Derek Frigo (Ex- Enuff Z'nuff), Vinnie Vincent (KISS), Jake E. Lee (Ex - Ozzy Osbourne) e Steve Stevens (Billy Idol).
Com certeza pela falta de oportunidade, e pela escolha de uma fonte de renda mais segura, num país onde não se valoriza arte e criação, especificamente falando aqui de música.
Como falei anteriormente, comecei a tocar de ouvido. Antes de comprar a primeira guitarra tive uns dois meses de aula com uma "professora de música, formada, professora de violão" que, depois de tentar tirar um dedilhado do KISS (fiz um teste com a mulher) e não conseguir, mandei ela passear!
Depois fui ter aulas com um cara que adorava blues mas ME PEDIU para tirar para ele uma passagem de uma música do Celso Blues Boy que ele não conseguia tirar! Foi pro saco também. Depois tive umas quatro aulas com o Alex Martinho isso no inicio dos anos 90, e foi isso: Passei a comprar e copiar tudo o que era video aula da REH Music e estudar.
O caminho foi bem árduo até chegar aqui. Minha primeira guitarra foi uma Tonante, depois foi uma Gianinni Super Sonic, depois uma Dolphin. Em 1992 comecei a trabalhar e comprei minha primeira Jackson, uma Soloist XL Professional. Junto com essa ultima tive ao mesmo tempo uma RX10, e uma Dinky Pile o' Skulls. Ao mesmo tempo tive três Les Paul's pelo fato de ter uma Kiss Cover na época fazendo Ace Frehley na banda: Uma Epiphone ace Frehley Signature, uma Condor CLP II e uma Phoenix apenas para soltar fumaça durante o solo do Ace Frehley no show.
Quando vim para São Paulo em 2007, vendi tudo. Depois comprei as duas USA mencionadas à cima.
Pedais são compra e venda constantes.
O que me atrai nas Jacksons U.S.A. é a espessura do braço, a escala em ébano, o neck binding, a Floyd Rose U.S.A. e o design do headstock (que foi a paixão à primeira vista.) Mas a tocabilidade de uma Soloist é fenomenal.
O que é interessante é você ter o "ouvido de aprendiz" e não o ouvido de leigo. No primeiro, você vai desfrutar da musica estando focado no que o guitarrista está fazendo, quais as técnicas está utilizando, etc...
Até porque, guitarristas bons estão surgindo a cada minuto no anonimato.(Ao mesmo tempo que guitarristas não tão bons ou expressivos, digamos assim, tem aceitação com uma marca, chamam atenção em algum canal, simplesmente porque participou de um concursinho onde, ao invés de ser julgado por composição, destreza, técnica, versatilidade, etc... é julgado por likes num vídeo que podem ser dados por toda sua família, amiguinhos da escola, contas falsas, sub4sub, etc...)
Então não existe "fulano vai tirar o lugar de cicrano", apesar de ainda você ver gente que não dá aula, nem, mesmo recebendo por isso, para não divulgar a "sua técnica única, incomparável e divina". Desculpe o termo mas é ridículo.
O que eu puder fazer para compartilhar estarei fazendo. sempre!
Lógico que existem vários fatores que influenciam o timbre como um bom setup, cordas boas e sempre novas, cabos de boa qualidade, a atenção à cadeia de sinal, etc...
Agora, como falei à cima, sempre utilizando o bom senso, o músico deve procurar regular seu timbre de forma lenta e paciente, estudando frequências, para que se aproxime ao máximo ao som que deseja.
O cd você ainda encontra na internet a venda em sites como Ebay, etc...
Não se abata pelas injustiças que ocorrem no meio da música, pois existem, e em grande número e grau.
Procure pessoas sérias para se espelhar, músicos sérios, não crianças com pouca bagagem e aparição em um evento anual apenas.
Procure pessoas que te ajudam, que compartilham conhecimento, que SOMAM, e não aquelas que segregam pois tem o rei na barriga.
No nosso país não existe mainstream, portanto, tirando uma boa minoria, estamos todos no mesmo barco. Isso é o que muitos não entendem!
sábado, 5 de abril de 2014
Estou muito feliz, pois mesmo sem postagens nos últimos 3 anos, pude observar que os acessos não diminuíram, pelo contrário, só aumentarão. Infeliazmente a falta de tempo e a correria no trabalho fizeram com que eu deixa-se esse projeto de lado, mas agora vamos voltar com tudo!
Novos testes, novas matérias, novas idéias, anúncios de equipamentos e também um novo colaborador!
Seja bem vindo em nosso time Ricardo Ferreira! Que possamos transmitir o entrosamento de nossa amizade para esse blog.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Entrevista: Davi Piangers
É com um grande prazer que trago esta entrevista com este nome da Guitarra. Davi Piangers é conhecido por sua técnica apurada aliado à sensibilidade e muito presente nos bastidores de grandes produções Gospel e também como professor, Produtor musical e seu trabalho solo muito bem conhecido e divulgado na Internet. Conheça um pouco mais deste grande guitarrista de nosso cenário.
1 - Quem é o guitarrista e produtor Davi Piangers?
Um cara simples, com gostos, costumes e ambições simples. Trabalhador, marido, pai... Um cara que coleciona sucessos e fracassos, e que apesar de ainda não ter chegado aonde quer, pode se considerar realizado, por viver daquilo que mais gosta de fazer: música.
2 - Qual foi a sua formação musical e como foi o seu inicio no universo da guitarra?
Não tenho formação acadêmica. Comecei no Piano Clássico, por volta de 1988, e cursei 5 anos. Em 1990 comecei a tocar violão, e em 1991, guitarra. Estudei com apenas dois professores particulares, nos primeiros anos, e depois segui sozinho. Mas sempre estudei muito, e sempre toquei em bandas.
3 - Fale um pouco sobre os equipamentos usados em seu trabalho solo e como sideman.
Em meu trabalho instrumental, uso duas guitarras Cheruti, um Delay e um Overdrive da Boss, e a distorção do meu amp, o Peavey 5150, ou de algum outro amplificador que estiver usando.
Como sideman, não muda muito: apenas acrescento algum pedal de Chorus e um booster de volume, geralmente.
4 - Quais foram suas influências musicais e o que tem escutado atualmente?
Cresci ouvindo Van Halen, Mr. Big, U2, Queen, Pink Floyd, Joe Satriani, Yngwie Malmsteen, Steve Vai, Frank Solari, e música erudita – especialmente barroca – de compositores como Bach, Vivaldi, Albinoni, Beethoven, etc...
Hoje em dia, ainda escuto muito U2 e Queen, e bandas como Killswitch Engage, Rage, e Kreator. Ouço também muito Blues, como Stevie Ray Vaughan, Robben Ford, e Gary Moore.
5 - Como é a sua abordagem didática como professor?
Procuro oferecer uma formação musical sólida, com toda a carga teórica necessária, mas sem deixar o aluno perder de vista o principal: a arte, o prazer de tocar, e a diversão.
E procuro conduzir o aluno a saber aplicar tudo o que aprende. Busco resultado. De nada adianta ter um vasto conhecimento teórico se este não tiver aplicação prática.
6 - O que você recomenda aos guitarristas iniciantes para a formação de um estilo próprio e evitar cair em possíveis repetições?
Que não fique “tirando” músicas sempre de um mesmo guitarrista ou banda, mas que procure diversificar, para diluir as possibilidades de “clonagem” (risos). E que procure desenvolver sua própria personalidade, fora da música, na vida mesmo. Se eu tiver uma personalidade marcante, a minha música vai ter personalidade também.
7 - Fale um pouco sobre o seu trabalho com a banda Castelo Forte e a sua repercussão no cenário rock do sul.
Entrei na Castelo em 1997, e foi nesta banda que eu comecei a aparecer, viajar pelo Brasil, lançar discos, tocar em rádio, sair em jornais e revistas, TV, etc... A Castelo foi “a minha banda” até 2006, quando eu saí da minha terra e vim para o estado de São Paulo para trabalhar como sideman.
Hoje a banda está tentando voltar, com um ex-aluno meu no meu lugar.
Foram anos muito felizes, e sempre sentirei saudades.
8 - Seu trabalho instrumental é muito bem produzido com bastante feeling, virtuose preciso e muito bom gosto na escolha das melodias. Como foi o processo de criação e composição das idéias e dos temas?
Obrigado. A maior parte das melodias e arranjos eu crio longe da guitarra, quando estou dirigindo, tomando banho, ou fazendo alguma outra atividade da vida cotidiana. Depois pego o instrumento e vou lapidando, até virar algo que eu sinta que mereça ser gravado.
Surge tudo naturalmente, como um reflexo da minha personalidade, dos meus pensamentos e emoções. É quase involuntário.
9 - Quais foram as suas maiores dificuldades como músico?
As dificuldades habituais da profissão: instabilidade financeira, falta de mercado para a música instrumental ou o Rock, a falta de seriedade que existe neste ramo, e o preconceito da sociedade (sim, ele existe!).
Mas depois de tantos anos, a gente aprende a se virar...
10 - Como você avalia hoje o mercado da musica instrumental e qual é a possível tendência do estilo para o futuro?
O termo “mercado” remete ao comércio de produtos ou serviços. E a música instrumental no Brasil está muito perto de deixar de ser um mercado. Existem poucos artistas consagrados, que realmente comercializam seus produtos e serviços. E existe muita gente tentando, e não conseguindo – porque existe mais oferta do que procura.
11 - O que poderia ser melhorado na abordagem da guitarra na musica instrumental, comparando ao que vemos atualmente em produções musicais diversas do gênero?
A primeira coisa que precisa melhorar é o nível das produções. A “música de guitarra” ainda é algo feito em casa, muito amador. Já nos outros estilos musicais, o pessoal se preocupa mais em ter material melhor produzido.
A segunda coisa é os guitarristas mais jovens pararem de confundir música com exibicionismo – fenômeno que não vejo acontecer tanto em outros instrumentos.
12 - Qual é a melhor forma do guitarrista iniciante trabalhar com o marketing de seu produto? Este tema ainda soa pejorativo para alguns músicos?
Para os mais inocentes, isso soa “grego” (risos). Mas não deveria. Para quem vive de arte, é preciso tornar sua arte um produto passível de ser comercializado.
Hoje em dia, com a internet, o melhor caminho é divulgar através de site pessoal, redes sociais, perfis em sites de divulgação, como My Space, Palco MP3, Youtube, etc...
Mas é importante ter um material bem produzido, desde o áudio até as fotos e artes gráficas, vídeos, etc...
13 - Você já atuou ao lado de nomes de peso no cenário gospel como Ana Paula Valadão, David Quinlan, Adhemar de Campos entre outros. Existe alguma diferença em especial na atuação dentro deste cenário?
O lado ruim é que os cachês costumam ser menores, e as pessoas prestam mais atenção à conduta do músico. Ser avaliado o tempo todo torna o trabalho um pouco mais desgastante.
O lado bom é que se trabalha em ambientes de respeito – o que conta muito quando se é um pai de família, como eu - e se conhece muita gente boa. Se aprende muito.
Como sou cristão, foi natural eu disponibilizar meus serviços para artistas do meio gospel. Mas já trabalhei para alguns artistas de fora do meio gospel também. Na boa... é meu trabalho.
14 - Um grande abraço a vc e boas caminhadas na vida e na música!
Foi um prazer! Um grande abraço ao pessoal do blog Guitarra Arte e seus leitores, e a todos que acompanham meu trabalho e valorizam a minha música. Valeu!
(por Ricardo Esch)
terça-feira, 12 de julho de 2011
Entrevista - Amplitude
Que saudade de vcs, faz tempo que não apareço por aqui, mais agora vou voltar à todo vapor.
É com grande felicidade que irei postar hoje uma entrevista feita com meus brother's (DenDem e Lucas) da Banda Amplitude. Os caras lançaram a poucos meses o primeiro cd intitulado FAZENDO ACONTECER, e quem ouvir o trabalho dessa galera de Deus com certeza irá entender o porque desse título. Como dizem por ai, os brother's chegaram chegando.
Antes de postar essa excelente entrevista gostaria de parabenizar a banda pelo grande trabalho e agradecer pela atenção e tempo empregado para responder nossas perguntas. Valeu Amplitude!!!
Acessem www.purevolume.com/BandaAmplitude e confiram algumas músicas.
Vamos a entrevista!!!
"A Banda Amplitude é formada pelos músicos e amigos que congregam na Segunda Igreja Batista em Sumaré. Juntos, através do Rock N’ Roll levamos a mensagem da salvação em Jesus Cristo e de seu evangelho a tudo criatura. Somos mensageiros de Cristo, e nosso desejo é honrá-Lo e fazê-Lo conhecido em todo lugar que a nossa música chegar."
Rodrigo DenDen
Vocalista
Eder Teixeira
Baterista
Felipe Galhardo
Guitarra Base
Lucas Lacerda
Guitarra Solo
Michel Hespanhol
Baixo
Ricardo de Lara
Teclado
ATG: Quais Motivações e Objetivos que levaram ao nascimento desse projeto?
Amplitude: Bem primeiramente queríamos agradecer pela oportunidade desta entrevista, muito legal a iniciativa deste Blog, pela responsabilidade de levar o melhor da Guitarra ai, pra galera que curte, e é um prazer imenso estar aqui com vocês, fãs de Rock’n Roll em todo o Brasil. Bom, o projeto nasceu através de uma parceria entre eu (Dendem) e meus amigos Michel (baixo) e Lucas (guitarra), visando levar mesmo a palavra de Deus através do Rock, que é o estilo que a gente AMA mesmo de verdade. No começo foi um pouco difícil, porque não tínhamos lugar fixo pra ensaiar, e nem gente suficiente ainda (faltava batera), mas Deus colocou tão forte esse desejo de levar a palavra, que não desistimos. Passamos por muitas dificuldades, criticas, mas por todas elas saímos vencedores, porque a gente sempre via em meio as dificuldades, a Mão do Senhor Agindo sobre nossas vidas. Foi Tremendo!
ATG: Como foi o processo de composição?
Amplitude: O processo de criação ou composição pode se dizer que foi bem evolutivo. Na verdade a maioria das músicas vieram de riff’s simples com pequenas cadencias Harmônicas, que conforme passando vieram alguns ajustes de tempo e mudanças tonais. Mais quando falamos em compor, a maioria das letras vieram de momentos e lutas que passávamos em nosso dia-a-dia. Algumas delas também foram feitas através da necessidade mesmo de falar do evangelho, como vocês podem ver em Musicas como Fazendo Acontecer, e Tua Voz, de nosso CD. Pode dizer também que algumas delas já tinham uma idéia de riff’s, Solos e Pegadas, antes mesmo de existir a Letra, como no caso da canção Marcas.
ATG: Lucas de que maneira você cria seus solos?
Amplitude: Bom primeiro é importante falar que um guitarrista é como aquele ditado que diz: “Diga-me o que você ouve, que eu digo o que tocas” rsrsrs. Acredito que as minhas idéias vieram de sons de vários guitarristas que escuto como: Steve Vai, Joe Satriani, Kiko Loureiro, Edu Ardanuy, Juninho Afram. Mas é Lógico que a criação de um solo precisa vir de um tempo de estudo e dedicação. Posso dizer que para criar um solo, fiquei horas e horas até conseguir um som legal, com frases e Licks, arpejos, tapping. Eu gosto muito de explorar o campo harmônico Menor e usar algumas pentatonicas.
ATG: Foram feitos overdubs de Guitarra no álbum?
Amplitude: Sim. Com certeza! Em algumas musicas gravamos até 4 guitarras, uma com cada tipo de som diferente. Fiz Base e outras com acordes diferenciados. Usei uma guitarra Gibson, Fender e uma Ibanez nos Solos.
ATG: Como foi o trabalho em estúdio?
Amplitude: O processo de Gravação no estúdio foi uma experiência bem bacana, porque gravamos separados, com tempo para acertar as notas, ritmos, compasso de cada musica. Cada um também dos integrantes podem passar uma experiência de cada instrumento executado. O legal de trabalhar com um produtor musical, é que ele tem uma mente mais aberta, e enxerga os mínimos detalhes de cada composição, de cada batida diferente que você da no instrumento, e também a voz. Nosso produtor foi o nosso querido Jô, que tem uma grande capacidade de observação e execução no estúdio.
ATG: Qual equipamento usado na Gravação?
Amplitude: Pedaleira Boss GT10, Guitarra Fender, Gibson e Ibanez. Reforçamos algumas bases com pedaleira Zoom GFX-5.
ATG: Quais são as influencias da Banda?
Amplitude: Bem a gente tem várias bandas que a gente escuta, e tenta ver o máximo de sua performance em palco e músicas também. Uma das maiores influencias é a banda Oficina G3 que vamos dizer, em escala nacional é a mais conhecida no meio Gospel. Também escutamos muito, bandas internacionais como RED, Decyfer Down, Skillet entre outros...
ATG: Que caminho vocês apontam para a galera que está afim de gravar o primeiro disco?
Amplitude: Bom primeiramente o mais importante é o objetivo. O nosso foco sempre foi evangelização, e acho que isso no lado espiritual agrada muito a Deus, fazendo com que as mãos do Senhor sempre nos abençoe muito. Mas pra isso você também tem que estar em comunhão com Deus, porque não adianta nada servir ao Senhor e não estar inteiramente em seus propósitos. E Segundo gente é disponibilidade. Estar inteiro a disposição da Obra, e não é só tocar não, eu falo em ensaios regulares, em estudo da palavra, e muita, mais muita Humildade mesmo em seus corações. E estudar muita música é claro. Escutar bastante o estilo de música que vocês querem tocar na banda também ajuda muito. O resto vem com o tempo! O CD sai naturalmente. Rsrsrs
Abraços e obrigado galera! Deus Abençoe!








